O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 06 – Bruna Bettine

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Minha carreira em processos iniciou há aproximadamente 10 anos e o meu primeiro contato com arquitetura corporativa foi há aproximadamente 6 anos quando atuei como consultora na Evolve Gestão Empresarial. Após trabalhar pela primeira vez com arquitetura é muito difícil pensar em como trabalhar sem a visão holística que ela proporciona para nós arquitetos e consequentemente para toda a organização.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        A maior conquista foi poder implementar a Arquitetura Corporativa na organização e ver que com o passar o do tempo as áreas de negócio não só estavam consumindo as informações como também contribuindo de forma ativa em sua construção. Perceberam o valor gerado ao relacionar processos, tecnologia, dados e aplicações de forma prática. Claro que, para isso foi necessário uma mudança cultural na organização e sabemos que isso não acontece do dia para a noite, requer muito engajamento, esforço e resiliência em todos os stakeholders impactados direta ou indiretamente pela mudança na organização. Vivenciar e aprender em todas as etapas desta evolução foi e ainda é muito gratificante pessoal e profissionalmente.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

        Acredito que o tempo é muito relativo ainda mais depois que vivemos mudanças tão radicais em nossas vidas em questões de meses nos últimos tempos. A arquitetura corporativa nos propicia, através de seus domínios, estruturar de forma rápida e mais assertiva visões estratégicas que auxiliam na tomada de decisão. As empresas precisam estar cada vez mais preparadas para responder e se adaptar as mudanças de forma eficiente e eficaz. Uma vez que a arquitetura seja um meio de viabilizar essas mudanças, acredito que ela estará cada vez mais presente em nossas organizações.

O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 05 – Juliana Fernandes

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Iniciei minha carreira na área de processos, ainda na faculdade e como estagiária. Após a minha efetivação, atuei em projetos de mapeamento e modelagem de processos com notação BPMN, análise de melhorias e transformação de processos. A aplicação da arquitetura de processos teve várias visões, inicialmente foco no mapeamento, depois em controles e por fim foco na estratégia. Tive a oportunidade de atuar em diversos projetos, trabalhos corporativos e estratégicos. E um deles foi a implantação da Arquitetura Corporativa baseada no TOGAF, onde o trabalho era suportado por uma ferramenta que não era exclusiva para gerenciamento de processos.
        Muitos desses projetos e entre outros, tinha parceria da TI e foi aí que nessa dobradinha, com colaboração e compartilhamento de conhecimento aprendi e entendi a importância da visão do todo, ou seja, a TI complementando o negócio, sendo um parceiro para identificar oportunidades estratégicas e de modelo de negócios. As respostas que muito procurei no mapeamento de processos, a visão sistêmica e o valor agregado ao resultado foram esclarecidos com a Arquitetura Corporativa. Desde então, ampliei minha visão e busquei conhecimento sobre o tema, inclusive me certifiquei em TOGAF.
        Atualmente, atuo justamente nessa visão como Arquiteto Corporativo em uma consultoria integrando soluções com agilidade e segurança, ajudamos as organizações em suas estratégias, design e operação com APIs.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        Mostrar para a organização que o processo não é só uma documentação, é muito além de tarefas e atividades desenhadas, de bolinhas e caixinhas. Mas que um processo para sua execução é necessário observar as competências necessárias para sua execução, desdobramento da estratégia, sistemas, funcionalidades e servidores que o suportam. Com esse mindset é possível obter uma visão completa da tecnologia e do negócio, analisando onde os processos podem ser integrados ou eliminados na organização, contribuindo para melhorar a eficiência e a confiabilidade das informações.
        Eu costumo dizer que a arquitetura corporativa não é burocracia e nem para inglês ver, mas é fator indispensável para a estratégia da empresa. Com a construção da arquitetura correta é possível aumentar a lucratividade, melhorar a execução da estratégia e até mesmo reduzir os custos de TI.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

        A evolução dos negócios, profissionais e da tecnologia nos próximos cinco anos é claramente imprevisível, mas de muitas oportunidades para os profissionais e organizações que conseguirem navegar por esse ambiente mudanças constantes. Vejam o que Marcus Blosch do Gartner disse: “Em 2021, 40% das organizações usarão arquitetos corporativos para ajudar a idealizar novas inovações de negócios possibilitadas por tecnologias emergentes. Os líderes da EA e da inovação em tecnologia devem usar as ideias de negócios e tecnologia mais recentes para criar fluxos de receita, serviços e experiências do cliente.” Agora imagina em 2025!
        Quando se trata de executar estratégia, a arquitetura da organização pode importar muito mais do que a própria estratégia. Nesse sentido, acredito que um grande desafio será garantir que todo o time de alta administração tenha a visão holística necessária, que ela não seja apenas mais um item, mas sim o orientador de toda a estratégia da empresa, que existam processos de arquitetura corporativa de negócio que garantam a implementação de novas tecnologias de maneira ordenada e integrada, e que os aspectos culturais sejam considerados.
        À medida que os negócios e a tecnologia continuam a evoluir no ritmo, há também o movimento e tendência do pensamento enxuto, caracterizado pela busca da maximização da adaptabilidade e do valor através da eliminação de desperdícios, nas práticas arquiteturais de aplicações em negócios e de tecnologia. Assim como, não será mais necessário definir a arquitetura toda ou ter todos os parâmetros e requisitos definidos para implementação.
Uma arquitetura ágil é essencial na otimização destes processos, já que habilita uma adaptação fácil e rápida, simplificando a integração da estratégia entre os mais variados sistemas, como banco de dados, webservices e APIs.

O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 04 – Bruno Motta

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Minha carreira começou na área de infraestrutura em uma empresa de seguros de Brasília, atendendo os clientes internos com soluções tecnológicas que suportavam as tarefas e rotinas diárias que o negócio de seguros demandava, e por alguns trilhei esse caminho, porem em determinados momentos meu perfil generalista me motivou a novos desafios, então durante algum tempo eu empreendi em um negócio próprio, participei de trabalhos voluntários, desenvolvi conhecimentos técnicos e seculares de forma autodidata e essa vivencia de escolhas assertivas e algumas não, me mostraram que minha contribuição no mercado de trabalho seria juntar meu conhecimentos práticos na área de TI com desafios do negócio, com esse intuito rumei para conhecimentos acadêmicos na área de gestão empresarial, e no programa comecei um estágio apesar de no primeiro momento começar um estágio ao invés de um trabalho integral parecia um retrocesso na realidade foi um divisor de aguas, pois trabalhando na eVOLVE que a Arquitetura Corporativa foi me apresentada, seja por meio da ferramenta QualiWare ou pelos projetos que participei, até o nível de maturação que venho desenvolvendo me mostra que os domínios da arquitetura e os suas relacionamentos e interconexões juntamente com uma linguagem comum tornam um negocio bem alinhado com resposta para os desafios que as corporações enfrentam. Desse modo a arquitetura corporativa tem me ajudado a compreender meu papel como profissional, a conhecer áreas que posso ter melhor domínio e principalmente saber colaborar juntamente com os profissionais que atuam comigo no dia a dia.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        Uma das maiores conquista foi estar enxergando o negócio de ponta a ponta, ou seja, ter a visão holística que está sendo mais natural dia após dia na vivencia da arquitetura corporativa.
Essa conquista me ajuda como profissional a definir meus objetivos pessoais e minha contribuição nesse ambiente corporativo.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

        A arquitetura Corporativa tende a ser cada vez mais adaptável ao negócio e a responder de forma mais rápida, adequando as novas tendências, frameworks e boas práticas do mercado afim de contornar os possíveis desafios internos e externos. A crise global da pandemia está nos ensinando que conhecer o seu negócio de ponta a ponta é essencial para uma tomada de decisões mais dinâmicas que podem garantir a sobrevivência empresarial nos dias atuais.
Creio que o profissional que esteja atento as transformações alinhando-as á perspectivas que arquitetura corporativa traz serão muito requisitados para contribuir com sucesso organizacional.

O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 03 – Fabrício Vieira

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Minha carreira sempre foi focada na área de mapeamento e modelagem de processos, ao longo dos anos eu vivenciei a evolução desse tema, desde a fase de Organização e Métodos até a Gestão por Processos. Porém, ao longo dos anos, percebi que as empresas têm interesse em conhecer e fazer a gestão dos seus processos, mas não enxergam valor nessa matéria, nem como ela pode agregar valor para o negócio. Já tive a oportunidade de estruturar áreas dedicadas a processos em várias empresas, e em um momento de crise, essa área é a primeira a ser cortada. Foi então que em 2016, surgiu uma oportunidade para atuar como consultor de processos, porém o mapeamento tinha uma visão diferenciada e o trabalho era suportado por uma ferramenta que não era exclusiva de modelagem de processos, foi nesse momento que descobri a Arquitetura Corporativa.
        As respostas que eu não tinha com o mapeamento de processos, a interação entre processos, a visão do todo e principalmente o valor agregado ao resultado ficaram claros através da Arquitetura Corporativa. A partir desse momento, mudei meu foco e busquei ampliar meu conhecimento sobre o tema, inclusive me certificando em TOGAF.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        Tive muitas oportunidades em minha carreira profissional, mas sempre faltava algo, aquela vontade de fazer a diferença e ter seu trabalho reconhecido, pois bem, minha grande oportunidade profissional veio através da Arquitetura Corporativa, eu abracei esse tema, busquei o conhecimento necessário e tive meu trabalho reconhecido. Reconhecido ao ponto de ser convidado a me tornar sócio em uma consultoria especializada em Arquitetura Corporativa.Mesmo sendo uma mudança, de certa forma radical, pois quando estamos do outro lado da mesa, é necessário mudar a forma de pensar e as atitudes, mas foi a decisão mais acertada e minha grande conquista como profissional.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

     O cenário de negócio está cada vez mais dinâmico, vivemos uma evolução constante da tecnologia, das estratégias e do consumo e as empresas precisam se reinventar a todo momento. A Arquitetura Corporativa, nos permite ter uma visão holística, nos permite tomar decisões mais consistentes, desenvolver novas capacidades para atender as demandas do mercado e vejo isso como um grande diferencial para os próximos anos. O momento atual, por conta da pandemia, nos fez refletir e muitas empresas tiveram que se ajustar a uma nova realidade e principalmente, começar a entender e conhecer suas estruturas, sua atitude perante a um cenário adverso e muitas delas perceberam que não estavam preparadas, e não tinham o conhecimento do todo para tomar uma decisão, decisão que precisava ser muita rápida. Eu vejo a Arquitetura Corporativa nos próximos anos como o grande diferencial para que as empresas estejam preparadas para situações que fogem da normalidade (ou do novo normal), mas principalmente, preparadas para ajustar o rumo e tomar decisões com base em dados mais estruturados, garantindo com isso a continuidade do negócio e sua evolução.

O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 02 – José Jimenez

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Bem em 2020 completei 35 anos de carreira, e creio que ninguém terá muita paciência para ler um texto tão longo, assim vou iniciar essa trajetória a partir de 2001, quando assumi a Diretoria de Consultoria da IFS Brasil, após ter passado por consultorias como Andersen, Trevisan e projetos de DownSizing na área de TI. Essa época é marcada pela implementação dos ERP após o famoso, alardeado e custoso “BUG do Milênio”. Nessa época muitas empresas internacionais, principalmente as detentoras de ERP, abrem seu capital estimuladas pelos mercados financeiros e fundos de pensão que vêm no segmento de TI, expansão e alta rentabilidade. Esse foi o caso de empresas como: SAP, ORACLE, BAAN, IFS, People Soft, entre outras. A famosa empresa alemã SAP, suportada pelo seu sucesso no mercado Europeu e Americano, entra em mercados emergentes como Brasil, na modalidade “BIG BANG”, que de uma maneira sutil, representava substituir toda e qualquer solução operacional de TI pelo seu ERP. Para combater essa estratégia radical, a empresa sueca IFS, apresenta seu ERP com todos os seus modelos de negócios mapeados ao nível de atividades, permitindo assim que os clientes decidirem o que manter e integrar a sua solução. Essa estratégia foi muito bem recebida pelo mercado, fazendo que a IFS crie uma unidade de negócios para manter e atualizar os modelos mapeados. A ferramenta criada pela IFS recebeu o nome de Business Modeler, nela além dos modelos de negócio, o cliente encontrava a metodologia de implementação e todos os treinamentos em modelos digitais. Assim o Business Modeler era utilizado em todo ciclo comercial, na implementação do ERP e na manutenção da solução. Creio que esse representou o primeiro contato com a Arquitetura Corporativa, com ênfase na Arquitetura de Negócios e Aplicações, já que todas as especificações funcionais, em eventuais customizações do ERP, eram modeladas, documentadas e gerenciadas pelo Business Modeler. A IFS foi a primeira empresa a utilizar orientação a objetos no desenvolvimento de suas soluções, e os conceitos de gestão da complexidade via particionamento e reaproveitamento eram mantras presentes em todas as etapas de comercialização, implementação e manutenção da solução pela IFS.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        Em 2008 tivemos um grande projeto em uma Cervejaria, que havia passado por um problema muito sério após upgrade do seu ERP, ocasionando paradas e instabilidade operacional. Toda essa instabilidade ocasionou uma forte reorganização da equipe de TI, sendo substituído mais de 50% da operação TI. Sofrendo essa pressão, a nova equipe de TI, mesmo tendo uma metodologia proposta pelo seu provedor do ERP, não se sentia confortável com o método e procurava alternativas para um realizar novo upgrade que se avistava no próximo ano. Nessa procura por alternativas, o Gestor da TI, havia recebido referencias positivas da eVOLVE em 2 projetos de migração para SAP de duas Farmacêuticas, onde conceitos de Arquitetura Empresarial haviam sido utilizados. Aberto ao uso dessas práticas, a equipe de TI e eVOLVE, buscaram desenvolver o projeto, reforçando comunicação e controle, utilizando-se da ferramenta QualiWare para capturar requisitos, desenvolver especificações funcionais, adequação dos processos e gestão dos entregáveis. Aproveitando a capacidade de desenvolvimento do QualiWare, criamos módulos da solução para uma gestão totalmente integrada do projeto. Esses módulos foram tão bem aceitos que foram utilizados pela QualiWare para criação dos atuais módulos de QEP, GWE e Analytics. O projeto foi tão bem sucedido que sua metodologia e ferramentas foram adotados para realização de qualquer processo de mudança da equipe de TI da Cervejaria. Esse método suportou a equipe de TI da Petrópolis, até sua terceirização que ocorreu 3 anos após. Quero aproveitar e agradecer a todos os envolvidos que apoiaram essa transformação.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

        Bem nos dias de hoje falar de 5 meses de transformação já é uma ousadia, imagina 5 anos. Assim eu vou me focar naquilo que estamos passando hoje e que suportam muito os modelos agile. O aumento na frequência das entrega, proposto pelos projetos agile nas sprints, não são apenas para garantir um feedback mais rápido, mas é também para testar se a solução proposta é eficiente. Nos dias de hoje os problemas cada vez são menos Intelectivos e passam a ser mais Subjetivos. Cada vez menos temos problemas de respostas absolutas e únicas (Intelectivos). E essa ausência de respostas que saibamos ao problemas, nós da apenas uma opção: “Testar a solução proposta para saber do resultado”. Assim valores como reutilização, análise de contexto, não são exigências de uma gestão gourmet, são vitais para qualquer negócio. Não ter nas pontas dos seus dedos informações sobre seus serviços e impactos gerados quando uma nova varável de mercado aparece ou quando uma nova regulamentação é o mínimo para não quer ser atropelado por uma start-up. Vamos fazer uma reflexão rápida pegando 2 eventos recentes – LGPD e Pandemia do Corona Vírus. Quem enfrenta melhor esses eventos, um varejista que entendeu o conceito de omni-chanel e reorganizou seu negócio para isso, ou um que resolveu investir exclusivamente em lojas físicas e colocou uma página no facebook apresentando a marca, acreditando que seu cliente é fiel? A verdade é que ninguém mais conhece verdadeiramente seus clientes, e precisamos desenvolver e testar modelos. Estamos dentro da Banheira de Taylor, e precisamos reorganizar e repensar novos modelos de negócio com uma agilidade muito maior do que fomos estimulados nos últimos 20 anos. Taylor nos ajudou com muitas repostas que hoje já não valem mais. Não ajuda só colocar BiG Data se isso não transforma ou inova seu modelo de negócio. Nossos modelos organizacionais hierárquicos não respondem para um negócio a onde o pensamento foi para linha operacional. Buscar produtividade pela padronização é importante, mas inovar é o foco. As barreiras de novos entrantes já não existem mais. Ter ideias, criar novas soluções esse é o foco, e isso é exclusivamente humano. E as ideias nos serem humanos são estimuladas, e no meu entender esse é o papel essencial da Arquitetura Empresarial, mostrar o contexto e estimular seus usuários para que esses possam ter mais ideias para que essas possam ser testadas e validadas em um modelo de negócio ágil.

O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 01 – Luise Santacruz

Olá Pessoal!

Hoje começamos nossa Série eVOLVE: “O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você?” nossa entrevista hoje é com a Luise, arquiteta na eVOLVE há mais de 6 anos, nessa entrevista vamos conhecer sua História Profissional e seus Desafios atuando com ARQUITETURA CORPORATIVA no mercado.

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Iniciei minha carreira ainda durante a graduação, quando cursava administração na FGV, iniciei por áreas comerciais de grandes empresas como a Caterpillar, quando conclui a faculdade participei do trainee de uma empresa de seguros afinidades (venda de seguros massificados no varejo, por exemplo). Na época meu pai já tinha a eVOLVE e já trabalhava com Arquitetura Corporativa, mas eu não tinha ideia do que se tratava. Por coincidência, quando se trabalha com afinidades e o produto é vendido à um novo parceiro precisamos rodar um projeto que se beneficiaria muito do uso da arquitetura, pois envolve todos os domínios em sua implantação, desde aspectos de infra estrutura de TI até treinamento de equipes. 2 anos mais tarde, quando resolvi trabalhar na empresa da família e conheci arquitetura corporativa tudo fez sentido, parecia que as respostas das maiores dores que eu tinha na empresa anterior estavam endereçadas.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        Logo que eu entrei na eVOLVE estava rolando um projeto bem grande de arquitetura corporativa, em uma empresa que pretendia implantar os 5 domínios em uma única rodada (aplicações, estratégia, negócio, organização e infra). Na época alocamos diversos consultores para esse projeto e eu ficava posicionada como backup quando eles precisavam de suporte, mas eu não ficava alocada no cliente. Quando o líder dessa equipe teve problemas com o cliente precisamos substitui-lo em uma verdadeira manobra de trocar a roda sem parar o carro. Foram noites sem dormir entendendo as necessidades do cliente.
       Ao final entregamos um projeto de Arquitetura Corporativa do qual me orgulho muito, foi uma implantação não focada no ADM mas sim focada em gerar um repositório com altíssimo nível de colaboração entre os domínios e, por consequência, um alto nível de rastreabilidade. Em minha visão esse é o primeiro passo da Arquitetura Corporativa e é ai que esta seu valor, muitas e muitas vezes as empresas optam por uma abordagem focada no ADM, mas o TOGAF tem outro propósito, seu foco não é concorrer com métodos ágeis ou outras formas de condução de projetos. Quando a empresa entende realmente essa necessidade os projetos tem sucesso no longo prazo.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

        Eu acredito que em breve a arquitetura deixará de ser um “novo projeto” ou uma iniciativa optativa nas empresas e passará a se tornar um mindset dos gestores. Eu vejo em nossos clientes a dores oriundas das mudanças sem avaliação de contexto, a gente assiste nossos clientes precisarem de reuniões com 30 pessoas para ter segurança em uma decisão e muitas vezes, quando a mudança ocorre, impactos não avaliados trazem uma altíssima exposição e um alto custo. A única maneira de mudar, em ambientes complexos, com alto nível de confiabilidade é a partir da Arquitetura Corporativa e seus conceitos de reuso, rastreabilidade e repositório único. Por esses motivos eu acredito que, em breve, novas formas de fazer arquitetura, menos acadêmicas, menos orientadas à execução de projetos, mais focadas no planejamento e mais ágeis surgirão, é nisso que nós da eVOLVE trabalhamos, criando metodologias de implantação da disciplina que foquem nesse âmbito da Arquitetura.

QualiWare 6.6: Por que atualizar?

QualiWare 6.6 apresenta o mecanismo de pesquisa atualizado, a organização do repositório, a pesquisa de hashtag e o cumprimento do GDPR.

Em um mundo digital onde a dinâmica do mercado está em constante mudança, é importante manter-se sempre atualizado. Este é também o caso das soluções de gerenciamento de qualidade e arquitetura corporativa.

Sendo um líder de mercado, a QualiWare sempre busca explorar novas fronteiras para permitir coerência, consistência e consenso. A solução QualiWare está sendo atualizada continuamente para ajudá-lo a permitir mudanças positivas em sua organização: atualize para o QualiWare 6.6 e aproveite todos os recursos aprimorados.

Estrutura da nova plataforma

A nova solução QualiWare está estruturada de forma diferente das versões anteriores. A estrutura consiste em 3 partes:

Cliente de Modelagem
Repositório
Plataforma de colaboração

Cliente de Modelagem

O cliente de modelagem QualiWare recebeu uma atualização da interface do usuário que inclui um esquema de cores e ícones atualizados, melhorias de desempenho e uma nova maneira de estruturar seu repositório através de pastas de repositório inteligente.

Ao atualizar regularmente, você sempre terá as ferramentas que você precisa com a implementação regular de novos conceitos, tendências, frameworks e metodologias. As adições incluem Archimate, Enterprise Design, Enterprise Investment, Decision Modeling, EU GDPR e muito mais.

Repositório

Os tempos modernos exigem formas modernas de trabalhar. Acesse o QualiWare on-the-fly – em qualquer lugar, a qualquer momento – aproveitando ao máximo a nuvem, o aplicativo móvel e a nova estrutura de repositório, que agora podem ser armazenados em um servidor de banco de dados corporativo ou na nuvem como Software como solução de serviço.

Plataforma de colaboração

A plataforma de colaboração permite que você envolva toda a sua organização, permitindo que você compartilhe documentação com toda a organização, além de suportar e gerenciar todos os aspectos da estratégia, negócios e TI, desde a ideia ao planejamento e execução.

A plataforma de colaboração é reforçada através de um mecanismo de fluxo de trabalho (Governance) incorporado, que permite a coordenação automática de tarefas, tais como processos de revisão, revisões, aprovações e comentários – potencialmente você economiza milhares de e-mails e centenas de horas na coordenação manual.

Atualizando

Se você deseja aproveitar todos os benefícios que acompanham uma nova versão do QualiWare, não hesite em contactar-nos. Nossos especialistas estão sempre felizes em fornecer-lhe informações e orientação personalizada em seu caminho para mudanças positivas.

Entre em contato com suporte@evolvebr.com ou ligue para (11) 4195 0510

Arquitetura Empresarial e Franchising

Os números do Franchising no Brasil são muito expressivos e vale a pena conhecê-los. Atualizando a informação através do portal da ABF – Associação Brasileira de Franchising – em 2016, existiam 142,6 mil unidade franqueados, com um faturamento de R$ 151,2 bilhões e uma perspectiva de crescimento para 2017 da ordem de 6%. Em 2010, o número de unidades era de 86 mil e o que nos dá um aumento médio anual de 12%, ou seja, é um modelo de negócio que está em pleno crescimento, mesmo em um cenário de crise como o que Brasil vem enfrentando.
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