O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 06 – Bruna Bettine

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Minha carreira em processos iniciou há aproximadamente 10 anos e o meu primeiro contato com arquitetura corporativa foi há aproximadamente 6 anos quando atuei como consultora na Evolve Gestão Empresarial. Após trabalhar pela primeira vez com arquitetura é muito difícil pensar em como trabalhar sem a visão holística que ela proporciona para nós arquitetos e consequentemente para toda a organização.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        A maior conquista foi poder implementar a Arquitetura Corporativa na organização e ver que com o passar o do tempo as áreas de negócio não só estavam consumindo as informações como também contribuindo de forma ativa em sua construção. Perceberam o valor gerado ao relacionar processos, tecnologia, dados e aplicações de forma prática. Claro que, para isso foi necessário uma mudança cultural na organização e sabemos que isso não acontece do dia para a noite, requer muito engajamento, esforço e resiliência em todos os stakeholders impactados direta ou indiretamente pela mudança na organização. Vivenciar e aprender em todas as etapas desta evolução foi e ainda é muito gratificante pessoal e profissionalmente.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

        Acredito que o tempo é muito relativo ainda mais depois que vivemos mudanças tão radicais em nossas vidas em questões de meses nos últimos tempos. A arquitetura corporativa nos propicia, através de seus domínios, estruturar de forma rápida e mais assertiva visões estratégicas que auxiliam na tomada de decisão. As empresas precisam estar cada vez mais preparadas para responder e se adaptar as mudanças de forma eficiente e eficaz. Uma vez que a arquitetura seja um meio de viabilizar essas mudanças, acredito que ela estará cada vez mais presente em nossas organizações.

O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 05 – Juliana Fernandes

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Iniciei minha carreira na área de processos, ainda na faculdade e como estagiária. Após a minha efetivação, atuei em projetos de mapeamento e modelagem de processos com notação BPMN, análise de melhorias e transformação de processos. A aplicação da arquitetura de processos teve várias visões, inicialmente foco no mapeamento, depois em controles e por fim foco na estratégia. Tive a oportunidade de atuar em diversos projetos, trabalhos corporativos e estratégicos. E um deles foi a implantação da Arquitetura Corporativa baseada no TOGAF, onde o trabalho era suportado por uma ferramenta que não era exclusiva para gerenciamento de processos.
        Muitos desses projetos e entre outros, tinha parceria da TI e foi aí que nessa dobradinha, com colaboração e compartilhamento de conhecimento aprendi e entendi a importância da visão do todo, ou seja, a TI complementando o negócio, sendo um parceiro para identificar oportunidades estratégicas e de modelo de negócios. As respostas que muito procurei no mapeamento de processos, a visão sistêmica e o valor agregado ao resultado foram esclarecidos com a Arquitetura Corporativa. Desde então, ampliei minha visão e busquei conhecimento sobre o tema, inclusive me certifiquei em TOGAF.
        Atualmente, atuo justamente nessa visão como Arquiteto Corporativo em uma consultoria integrando soluções com agilidade e segurança, ajudamos as organizações em suas estratégias, design e operação com APIs.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        Mostrar para a organização que o processo não é só uma documentação, é muito além de tarefas e atividades desenhadas, de bolinhas e caixinhas. Mas que um processo para sua execução é necessário observar as competências necessárias para sua execução, desdobramento da estratégia, sistemas, funcionalidades e servidores que o suportam. Com esse mindset é possível obter uma visão completa da tecnologia e do negócio, analisando onde os processos podem ser integrados ou eliminados na organização, contribuindo para melhorar a eficiência e a confiabilidade das informações.
        Eu costumo dizer que a arquitetura corporativa não é burocracia e nem para inglês ver, mas é fator indispensável para a estratégia da empresa. Com a construção da arquitetura correta é possível aumentar a lucratividade, melhorar a execução da estratégia e até mesmo reduzir os custos de TI.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

        A evolução dos negócios, profissionais e da tecnologia nos próximos cinco anos é claramente imprevisível, mas de muitas oportunidades para os profissionais e organizações que conseguirem navegar por esse ambiente mudanças constantes. Vejam o que Marcus Blosch do Gartner disse: “Em 2021, 40% das organizações usarão arquitetos corporativos para ajudar a idealizar novas inovações de negócios possibilitadas por tecnologias emergentes. Os líderes da EA e da inovação em tecnologia devem usar as ideias de negócios e tecnologia mais recentes para criar fluxos de receita, serviços e experiências do cliente.” Agora imagina em 2025!
        Quando se trata de executar estratégia, a arquitetura da organização pode importar muito mais do que a própria estratégia. Nesse sentido, acredito que um grande desafio será garantir que todo o time de alta administração tenha a visão holística necessária, que ela não seja apenas mais um item, mas sim o orientador de toda a estratégia da empresa, que existam processos de arquitetura corporativa de negócio que garantam a implementação de novas tecnologias de maneira ordenada e integrada, e que os aspectos culturais sejam considerados.
        À medida que os negócios e a tecnologia continuam a evoluir no ritmo, há também o movimento e tendência do pensamento enxuto, caracterizado pela busca da maximização da adaptabilidade e do valor através da eliminação de desperdícios, nas práticas arquiteturais de aplicações em negócios e de tecnologia. Assim como, não será mais necessário definir a arquitetura toda ou ter todos os parâmetros e requisitos definidos para implementação.
Uma arquitetura ágil é essencial na otimização destes processos, já que habilita uma adaptação fácil e rápida, simplificando a integração da estratégia entre os mais variados sistemas, como banco de dados, webservices e APIs.

O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 04 – Bruno Motta

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Minha carreira começou na área de infraestrutura em uma empresa de seguros de Brasília, atendendo os clientes internos com soluções tecnológicas que suportavam as tarefas e rotinas diárias que o negócio de seguros demandava, e por alguns trilhei esse caminho, porem em determinados momentos meu perfil generalista me motivou a novos desafios, então durante algum tempo eu empreendi em um negócio próprio, participei de trabalhos voluntários, desenvolvi conhecimentos técnicos e seculares de forma autodidata e essa vivencia de escolhas assertivas e algumas não, me mostraram que minha contribuição no mercado de trabalho seria juntar meu conhecimentos práticos na área de TI com desafios do negócio, com esse intuito rumei para conhecimentos acadêmicos na área de gestão empresarial, e no programa comecei um estágio apesar de no primeiro momento começar um estágio ao invés de um trabalho integral parecia um retrocesso na realidade foi um divisor de aguas, pois trabalhando na eVOLVE que a Arquitetura Corporativa foi me apresentada, seja por meio da ferramenta QualiWare ou pelos projetos que participei, até o nível de maturação que venho desenvolvendo me mostra que os domínios da arquitetura e os suas relacionamentos e interconexões juntamente com uma linguagem comum tornam um negocio bem alinhado com resposta para os desafios que as corporações enfrentam. Desse modo a arquitetura corporativa tem me ajudado a compreender meu papel como profissional, a conhecer áreas que posso ter melhor domínio e principalmente saber colaborar juntamente com os profissionais que atuam comigo no dia a dia.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        Uma das maiores conquista foi estar enxergando o negócio de ponta a ponta, ou seja, ter a visão holística que está sendo mais natural dia após dia na vivencia da arquitetura corporativa.
Essa conquista me ajuda como profissional a definir meus objetivos pessoais e minha contribuição nesse ambiente corporativo.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

        A arquitetura Corporativa tende a ser cada vez mais adaptável ao negócio e a responder de forma mais rápida, adequando as novas tendências, frameworks e boas práticas do mercado afim de contornar os possíveis desafios internos e externos. A crise global da pandemia está nos ensinando que conhecer o seu negócio de ponta a ponta é essencial para uma tomada de decisões mais dinâmicas que podem garantir a sobrevivência empresarial nos dias atuais.
Creio que o profissional que esteja atento as transformações alinhando-as á perspectivas que arquitetura corporativa traz serão muito requisitados para contribuir com sucesso organizacional.

O que a Arquitetura Corporativa tem a ver com Você? Ep. 03 – Fabrício Vieira

Conta um pouco pra gente sobre como começou sua carreira até que você chegou à arquitetura corporativa?

        Minha carreira sempre foi focada na área de mapeamento e modelagem de processos, ao longo dos anos eu vivenciei a evolução desse tema, desde a fase de Organização e Métodos até a Gestão por Processos. Porém, ao longo dos anos, percebi que as empresas têm interesse em conhecer e fazer a gestão dos seus processos, mas não enxergam valor nessa matéria, nem como ela pode agregar valor para o negócio. Já tive a oportunidade de estruturar áreas dedicadas a processos em várias empresas, e em um momento de crise, essa área é a primeira a ser cortada. Foi então que em 2016, surgiu uma oportunidade para atuar como consultor de processos, porém o mapeamento tinha uma visão diferenciada e o trabalho era suportado por uma ferramenta que não era exclusiva de modelagem de processos, foi nesse momento que descobri a Arquitetura Corporativa.
        As respostas que eu não tinha com o mapeamento de processos, a interação entre processos, a visão do todo e principalmente o valor agregado ao resultado ficaram claros através da Arquitetura Corporativa. A partir desse momento, mudei meu foco e busquei ampliar meu conhecimento sobre o tema, inclusive me certificando em TOGAF.

Qual sua maior conquista utilizando a arquitetura corporativa?

        Tive muitas oportunidades em minha carreira profissional, mas sempre faltava algo, aquela vontade de fazer a diferença e ter seu trabalho reconhecido, pois bem, minha grande oportunidade profissional veio através da Arquitetura Corporativa, eu abracei esse tema, busquei o conhecimento necessário e tive meu trabalho reconhecido. Reconhecido ao ponto de ser convidado a me tornar sócio em uma consultoria especializada em Arquitetura Corporativa.Mesmo sendo uma mudança, de certa forma radical, pois quando estamos do outro lado da mesa, é necessário mudar a forma de pensar e as atitudes, mas foi a decisão mais acertada e minha grande conquista como profissional.

Como você acredita que será a arquitetura corporativa em 5 anos?

     O cenário de negócio está cada vez mais dinâmico, vivemos uma evolução constante da tecnologia, das estratégias e do consumo e as empresas precisam se reinventar a todo momento. A Arquitetura Corporativa, nos permite ter uma visão holística, nos permite tomar decisões mais consistentes, desenvolver novas capacidades para atender as demandas do mercado e vejo isso como um grande diferencial para os próximos anos. O momento atual, por conta da pandemia, nos fez refletir e muitas empresas tiveram que se ajustar a uma nova realidade e principalmente, começar a entender e conhecer suas estruturas, sua atitude perante a um cenário adverso e muitas delas perceberam que não estavam preparadas, e não tinham o conhecimento do todo para tomar uma decisão, decisão que precisava ser muita rápida. Eu vejo a Arquitetura Corporativa nos próximos anos como o grande diferencial para que as empresas estejam preparadas para situações que fogem da normalidade (ou do novo normal), mas principalmente, preparadas para ajustar o rumo e tomar decisões com base em dados mais estruturados, garantindo com isso a continuidade do negócio e sua evolução.